Big Brother chega aos automóveis. Conectividade automóvel atinge novo patamar.

Recolhas de dados levantam questões.

É conhecida a capacidade dos fabricantes automóveis de de reunir dados de desempenho de carros, equipados com sistemas de monitorização à distância.

O que não se sabia foi o que a ADAC (Allgemeiner Deutscher Automobil-Club) descobriu. Verificaram que o BMW 320d, além de recolher dados da distância percorrida, regista e envia ao fabricante as rotações máximas do motor ou o estado das luzes do veículo, entre outros dados. O problema pode estar no “entre outros dados”.

O trabalho sugere que os limites aceitáveis começam a ser ultrapassados. O estudo constatou que o automóvel analisado também registou o tempo em que é conduzido em determinados modos e quando o cinto de segurança aperta, devido a travagens bruscas, tendo transmitido os últimos destinos introduzidos no sistema de navegação do carro e informações pessoais provenientes de smartphones sincronizados com o veiculo.

A ADAC quer alargar o estudo a outras marcas, disse uma porta-voz.

Riscos

O risco desses dados poderem ser interceptados ou roubados dos carros, levou a FIA querer que os fabricantes ofereçam protecção adequada. Por exemplo, os condutores devem poder bloquear o processamento ou a transmissão de dados não-essenciais.

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